domingo, 2 de dezembro de 2012

ROUBA, MAS FAZ





Diante dos escândalos políticos que vêm sendo recorrentemente protagonizados pelo Partido do Tzar (PT) desde que assumiu o poder maior da nação, bem como ante as pueris justificativas de que “nunca antes na história deste país e blá, blá, blá...” tenho vivido na torturante expectativa de ouvir algum ilustre petista, pressionado pela ausência total de argumentos diante da falcatrua generalizada no Brasil do PT, entoar o inevitável bordão legitimador: “O PT ROUBA, MAS FAZ”.

A ideologia do “rouba, mas faz”, em verdade, já prevalece consensualmente na fanática militância petista – bem como nos quadros da agremiação –, porém de forma velada e, por ora, ainda acanhada, mas é essa a tônica das administrações petistas desde 2003, ano em que o “mensalão” já se alastrava silenciosamente como um câncer. O PT já a põe em prática há tempos, apenas evita de chamá-la pelo nome. Chamam-na de pragmatismo, de condição indispensável à governabilidade, etc. Os eufemismos são tantos e tão bem aplicados que conferem uma quase irrefutável, porém falsa, atmosfera de legitimidade aos embustes petistas.

É simples assim, basta querer ver.

Paulo Salim Maluf está seriamente ameaçado de perder a condição exclusiva de “muso” inspirador do bordão que já faz parte do folclore político nacional – mas não dá nada, agora ele é “cumpanheiro”, também: “a gente rouba, mas faz”.

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